No dicionário: fantasiar, inventar, criar ou conceber na imaginação, idear.
Para um poeta é:
"Uma imagem do ar!
Fotografar a grafia em foto ou fato de respirar o ar do momento: onde alimentamos o pensamento! Com diferentes energias: onde ali mentamos o pensamento... É um caso mental: somático do psíquico! Estado psicossomático do ser: é ser sujeito! Não tem outro jeito, imaginar é pensar: o nada que somos, é criar deus. O deus dos ateus, todo o divino! Maravilharmos despidos de toda a realidade conhecida: ver o mundo com os olhos da criança que nos olha e somos: o que ainda não esquecemos, o que somos!
Imaginar é criar fantasmas, só para os fracos! Imaginar é viver a fantasia dos fortes, é não ter medo de morrer no sonho! Imaginar sem limites, todos os limites! Ultrapassar a realidade para a realidade, respirar o mesmo ar duas vezes: como a água do ribeiro que é o mesmo onde a água é sempre outra, a cada momento que passa: fixar o efêmero em eterno: eletrônica ternura.
É esta ternura a ter nua, na ponta dos dedos, despida em palavras que são:
'o nosso osso'
no momento seguinte
já não sou eu, é tu
quem me ouves aqui
onde os versos são
meus eus teus e
um verso só... nosso!
Imaginar é esta imagem feita do ar: no preciso momento que precisamos!"
Para o Paulo imaginar é entrar em um sonho que acaba quando se desperta.
Para o Carlos é fazer o real, o irreal ou o simples fato de criar o incriável.
Para a Amanda é deixar a mente e seus pensamentos voarem livre.
Para mim imaginar é não se impor limites!
(Texto de introdução para o teatro 'Tudo por causa de Rita' - 2008)
Eternas saudades ♥
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Não preciso ser um gênio para ser humano;
Sabe, tenho poucos anos de vida, não chego a duas décadas, mas nesse tempo aprendi tanta coisa... Aprendi que nunca se deve pagar na mesma moeda, essa é sempre a pior opção para dizer a alguém que o que ela fez com você não foi legal. Aprendi a ser menos ansiosa e imediatista. Nem tudo pode ser no meu tempo. Aprendi que mulheres são como maçãs, e que amigos são jóias raras pelas quais não precisamos pagar em dinheiro. Aprendi a ser menos possessiva. Não sou dona de nada e nem de ninguém. Aprendi que da vida só se leva a vida que se levou. Aprendi que você pode dizer o que quer a quem quer. Depende de como se diz, e que pensar duas vezes antes de dizer pode ser pouco. Aprendi que mesmo numa noite cinzenta ou dia nublado, a lua e o sol estão lá! É somente uma nuvem... Logo a brisa leva. Aprendi que é uma delícia o vento no rosto quando andamos de bicicleta. Aprendi que crianças são os seres mais verdadeiros que habitam esse planeta. Se gostam dizem, e se não gostam, também. Pena que crescem e perdem essa pureza... Aprendi que a minha voz que as pessoas escutam não é a voz que eu acredito ter. Assim como minha personalidade. Aprendi a correr, a usar o photoshop e fazer florzinha de crochê. Aprendi que, mesmo sendo difícil, o bom humor é sempre melhor que o mau humor. Aprendi que certos sorrisos que vemos nos lábios de certas pessoas em certos momentos não têm preço. Descobri que cerveja de trigo é uma delícia. Aprendi que crescimento exige sacrifício. Sempre. Aprendi que esse sentimento melancólico que sinto durante a TPM passa junto com ela. Por isso, a partir de agora, tento não dividi-lo com ninguém e que muitas vezes as pessoas preferem falar a ouvir, então aprendi a conversar comigo mesma. Aprendi a desejar sempre o bem mesmo pra quem eu sei que me deseja o mal. Aprendi que remoer dores e dissabores não é legal e descobri que preciso aprender a lidar melhor com o sentimento de frustração. Ele me arrasa. Aprendi que Vita Brevis. "Talvez esta seja nossa única vida." Aprendi que atenções e carinhos podem se divididos. Não sou a única na vida de ninguém. Aprendi que não dependo de um celular e que adoro o inverno Aprendi que nem todo ano temos inferno astral e que comprar algo para alguém no seu nome pode ser uma roubada. Aprendi que posso ser eu mesmo sendo moderna. Que anestesia geral não é o bicho de sete cabeças que eu acreditava ser. Aprendi que o devagar às vezes pode ser urgente. E que a grande felicidade pode ser feita de pequenas alegrias. Aprendi que se pode conhecer bem uma pessoa pela forma como ela lida com três coisas: um dia chuvoso, uma bagagem perdida e os fios das luzes de uma árvore de natal que se embaraçaram. Aprendi que, não importa o tipo de relacionamento que tenha com seus pais, você sentirá falta deles quando partirem. Aprendi que saber ganhar a vida não é a mesma coisa que saber vivê-la. Aprendi que a vida às vezes nos dá uma segunda chance. Aprendi que viver não é só receber, é também dar. Aprendi que se você procurar a felicidade, vai se iludir. Mas se focalizar a atenção na família, nos amigos, nas necessidades dos outros, no trabalho, procurando fazer o melhor, a felicidade vai encontrá-lo. Aprendi que sempre que decido algo com o coração aberto, geralmente acerto. Aprendi que quando sinto dores, não preciso ser uma dor para outros. Aprendi que diariamente preciso alcançar e tocar alguém. As pessoas gostam de um toque humano - segurar na mão, receber um abraço afetuoso ou simplesmente um tapinha amigável nas costas. Aprendi que ainda tenho muito que aprender. Aprendi que não estudar para a prova me deixa mais feliz e assim eu acabo indo melhor, por estar inspirada (ou porque tenho boa memória). Aprendi que Química sempre foi minha paixão, mas que acompanhada dela vinha a música. Aprendi que o essencial é invisível para os olhos. Aprendi que não consigo dormir sem um livro na cabeceira da cama. Aprendi que ler bula de remédio, algumas vezes, ajuda... afinal, saber das contra indicações é sempre bom. Aprendi que, usando a lógico, garoto que não tem aquário em casa não gosta de mulher e que cinco sapatos mais cinco sapatos são dez sapatos, mesmo de olhos fechados. Aprendi que não posso exigir amor de ninguém. Que ser gentil é mais importante do estar certo. Aprendi a amar... e aprendi que tudo o que aprendi foram meus erros que me ensinaram. E que eu me arrependo. Não posso viver com aquela história de que não me arrependo do que fiz, que tudo foi uma perfeita construção para chegar ao que sou agora. Não! Eu me arrependo. Penso que podia ter feito certo da primeira vez. Se pudesse voltar atrás e corrigir alguns, pelo menos, alguns dos meus erros, eu voltaria! Mas, me contradizendo agora, como dizem por aí, errar é humano, e o que seria de mim sem os erros?
terça-feira, 19 de outubro de 2010
"De muito gorda a porca já não anda"
Escolher um candidato para a presidência do país não consiste só em ir até a urna eletrônica, colocar os números necessários e apertar a tecla "confirma". Antes de chegar a esse ponto tão importante é preciso se informar; conhecer propostas, idéias, opiniões, assistir debates, saber se o candidato está apto ao cargo. Junto com as eleições aparecem também os escândalos, muitas vezes mentiras, outras tantas, verdades, que acabam deixando cada vez mais dúvidas na hora de escolher.
A ignorância da maioria do povo brasileiro, que pensa que não precisa saber o que cada candidato já fez no passado ou fará no futuro, é incrível. O "jeitinho brasileiro" predomina na hora de votar, ou seja, levam uma "colinha" que ganharam na rua, porque alguém, que eles não conhecem, falou que esse candidato irá mudar o Brasil. E as propostas? Você sabe? Você conhece?
Tanto acusar quando defender é uma tarefa tanto dos candidatos, quanto da mídia. Quando se liga a televisão é, quase certo escutar algo negativo em relação aos partidários, mas o mais irônico é: o partido oponente que está falando mal, gastando seu tempo à toa, quando podiam colocar suas propostas e defender o seu partido.
Os escândalos que vêm à público na época de eleições muitas vezes são tão chocantes que todos ficam pensando se é verdade ou mentira. A privatização de algumas empresas por m partido, o massagista de um candidato no senado, por outro, e tantas outras coisas que cabem dentro da palavra "escândalo".
Cabe ao público julgar e analisar propostas, pesquisar o passado e colocar as idéias em ordem. A escolha para o cargo de presidente não é tão simples quanto parece, seria agradável se o segundo turno não fosse o escândalo que foi o primeiro, no qual os mais votados foram o ladrão e o palhaço. O primeiro turno foi o exemplo exato do termo: "Cada povo tem o líder que merece".
(Tema: O Brasil encontra-se em processo de maturação política. A escolha entre dois membros da sociedade nacional que disputarão a única vaga para o cargo eleitoral mais almejado: o de presidente da república. Para que se escolha o candidato a melhor desempenhar este cargo devo...
Organizar uma dissertação argumentativa, no máximo 30 linhas e cinco parágrafos bem organizados onde o título integre os assuntos abordados.)
A ignorância da maioria do povo brasileiro, que pensa que não precisa saber o que cada candidato já fez no passado ou fará no futuro, é incrível. O "jeitinho brasileiro" predomina na hora de votar, ou seja, levam uma "colinha" que ganharam na rua, porque alguém, que eles não conhecem, falou que esse candidato irá mudar o Brasil. E as propostas? Você sabe? Você conhece?
Tanto acusar quando defender é uma tarefa tanto dos candidatos, quanto da mídia. Quando se liga a televisão é, quase certo escutar algo negativo em relação aos partidários, mas o mais irônico é: o partido oponente que está falando mal, gastando seu tempo à toa, quando podiam colocar suas propostas e defender o seu partido.
Os escândalos que vêm à público na época de eleições muitas vezes são tão chocantes que todos ficam pensando se é verdade ou mentira. A privatização de algumas empresas por m partido, o massagista de um candidato no senado, por outro, e tantas outras coisas que cabem dentro da palavra "escândalo".
Cabe ao público julgar e analisar propostas, pesquisar o passado e colocar as idéias em ordem. A escolha para o cargo de presidente não é tão simples quanto parece, seria agradável se o segundo turno não fosse o escândalo que foi o primeiro, no qual os mais votados foram o ladrão e o palhaço. O primeiro turno foi o exemplo exato do termo: "Cada povo tem o líder que merece".
(Tema: O Brasil encontra-se em processo de maturação política. A escolha entre dois membros da sociedade nacional que disputarão a única vaga para o cargo eleitoral mais almejado: o de presidente da república. Para que se escolha o candidato a melhor desempenhar este cargo devo...
Organizar uma dissertação argumentativa, no máximo 30 linhas e cinco parágrafos bem organizados onde o título integre os assuntos abordados.)
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Um texto tão "Carla"...
Hoje, sinto-me como uma folha de árvore no Outono, que se deixa levar pelos fatores do tempo, que é calcada pelas pessoas, e é olhada como lixo não reciclável. Já são semanas que tento chegar perto daquele teclado e nada sai, nem as músicas são mais as mesmas de antes... parece que não são mais tão boas quanto antes. Parece que simplesmente estão aí para serem tocadas. Nenhuma nota me é mais tão clara quanto uma vez. Não sei se perdi o ouvido, a prática ou alguma outra coisa que posso chamar de trágica. Levanto-me de manhã, cheia de sono, me olho no espelho e penso que o dia será o mesmo de todos os dias. Parece-me tudo tão igual, tão monótono. Dirijo-me à parada, entro no transporte, sento-me e lá vou eu, para mais um dia triste e vazio.
Permaneço nas aulas, com imensa vontade que o dia chegue ao fim, que possa ir para casa, para me isolar, para ficar sozinha e pensar. Neste momento, sinto uma enorme desmotivação em relação ao mundo e a vida nele. Tudo simplesmente parece igual. E sinto na pele os dois meses que faltam para tudo acabar. E rezo para que esses dois meses passem o mais rápido impossível. Mas como passarão rápido se tudo é o mesmo dia? Se tudo é a mesma coisa? Não tenho vontade de falar, nem ver ninguém. Não tenho vontade de cumprir as minhas obrigações de estudante e de ser humano. Não me consigo olhar ao espelho, sem me apontar defeitos. Nem consigo ouvir uma música, sem chorar.
O telefone toca de dois em dois minutos, e eu penso sempre se vou responder, sem força para carregar nas teclas duras e frias, vou respondendo, mas sem qualquer vontade. Á noite, quando me deito para dormir, enquanto o sono não chega, penso no meu dia, no que não fiz e no porquê de não fazer. Pensar, dá-me vontade que o dia chegue, e fazer aquilo que ultimamente não tenho feito. Adormeço na esperança que o dia a seguir vai ser melhor. Mas quando me levanto, a vontade já não está lá e o dia acaba por ser triste e vazio, somente com a mesma vontade de me isolar. Tenho saudades de ser a menina/mulher que um dia me disseram que eu era. Tenho saudades de sentir toda aquela atenção voltada PARA MIM! Tenho vontade de gritar quando não prestam atenção em mim. E aí paro e penso? Será que tudo é sobre mim? Não! Nada é sobre mim. Tudo é sobre o que eu fiz ou deixei de fazer. E agora sinto toda aquela obrigação de ir a um acontecimento que sonhei tanto em ir, mas agora que chegou não sinto nenhuma vontade nem de falar no assunto. Tanto tempo ri, sorri e falei 'depois da formatura!' e agora não quero participar do acontecimento 'formatura'. Conclusão? Não contarei nada que aconteceu e levarei comigo ao túmulo detalhes de um verão, contos debaixo de uma ponte, o porquê da mochila ficar tão para cima ou a dança de toalha com Hilary Duff. Deixarei de lado tudo o que aconteceu em três anos para simplesmente pegar o histórico e ir embora como se nada daquilo tivesse acontecido. Outro dia me deixaram em uma situação tão chata quanto o Tiririca cantando '2222, deputado federal ♪'. Mas foi nesse dia que parei e pensei o quanto sou egoísta. Um sentimento e uma ação que me dão medo por serem características de um psicopata. Que me deixaram mais amedrontada ainda levando em conta que só penso em isolar-me desse mundo. Eu iria no tal acontecimento pelas pessoas que fizeram dos meus três anos quase perfeitos (por mais ruins que tenham sido), mas... de que adianta eu ir por eles sendo que não iria por mim? Vi tanto de alguém que não conheço em mim que fiquei abismada. Quero voltar a sorrir, quero voltar a dançar em frente do espelho sem passos certos, quero voltar a ter vontade de ir á escola e ser sociável, quero voltar a tocar as músicas por diversão, não obrigação, quero voltar a ser feliz durante os dias de semana TAMBÉM!, quero tudo de bom que antes era meu e agora não sei onde foi parar... quero voltar a ser EU!
Permaneço nas aulas, com imensa vontade que o dia chegue ao fim, que possa ir para casa, para me isolar, para ficar sozinha e pensar. Neste momento, sinto uma enorme desmotivação em relação ao mundo e a vida nele. Tudo simplesmente parece igual. E sinto na pele os dois meses que faltam para tudo acabar. E rezo para que esses dois meses passem o mais rápido impossível. Mas como passarão rápido se tudo é o mesmo dia? Se tudo é a mesma coisa? Não tenho vontade de falar, nem ver ninguém. Não tenho vontade de cumprir as minhas obrigações de estudante e de ser humano. Não me consigo olhar ao espelho, sem me apontar defeitos. Nem consigo ouvir uma música, sem chorar.
O telefone toca de dois em dois minutos, e eu penso sempre se vou responder, sem força para carregar nas teclas duras e frias, vou respondendo, mas sem qualquer vontade. Á noite, quando me deito para dormir, enquanto o sono não chega, penso no meu dia, no que não fiz e no porquê de não fazer. Pensar, dá-me vontade que o dia chegue, e fazer aquilo que ultimamente não tenho feito. Adormeço na esperança que o dia a seguir vai ser melhor. Mas quando me levanto, a vontade já não está lá e o dia acaba por ser triste e vazio, somente com a mesma vontade de me isolar. Tenho saudades de ser a menina/mulher que um dia me disseram que eu era. Tenho saudades de sentir toda aquela atenção voltada PARA MIM! Tenho vontade de gritar quando não prestam atenção em mim. E aí paro e penso? Será que tudo é sobre mim? Não! Nada é sobre mim. Tudo é sobre o que eu fiz ou deixei de fazer. E agora sinto toda aquela obrigação de ir a um acontecimento que sonhei tanto em ir, mas agora que chegou não sinto nenhuma vontade nem de falar no assunto. Tanto tempo ri, sorri e falei 'depois da formatura!' e agora não quero participar do acontecimento 'formatura'. Conclusão? Não contarei nada que aconteceu e levarei comigo ao túmulo detalhes de um verão, contos debaixo de uma ponte, o porquê da mochila ficar tão para cima ou a dança de toalha com Hilary Duff. Deixarei de lado tudo o que aconteceu em três anos para simplesmente pegar o histórico e ir embora como se nada daquilo tivesse acontecido. Outro dia me deixaram em uma situação tão chata quanto o Tiririca cantando '2222, deputado federal ♪'. Mas foi nesse dia que parei e pensei o quanto sou egoísta. Um sentimento e uma ação que me dão medo por serem características de um psicopata. Que me deixaram mais amedrontada ainda levando em conta que só penso em isolar-me desse mundo. Eu iria no tal acontecimento pelas pessoas que fizeram dos meus três anos quase perfeitos (por mais ruins que tenham sido), mas... de que adianta eu ir por eles sendo que não iria por mim? Vi tanto de alguém que não conheço em mim que fiquei abismada. Quero voltar a sorrir, quero voltar a dançar em frente do espelho sem passos certos, quero voltar a ter vontade de ir á escola e ser sociável, quero voltar a tocar as músicas por diversão, não obrigação, quero voltar a ser feliz durante os dias de semana TAMBÉM!, quero tudo de bom que antes era meu e agora não sei onde foi parar... quero voltar a ser EU!
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Todo o poder é confiança.
Coloque a lealdade e a confiança acima de qualquer coisa. A confiança é um ato de fé, e dispensa raciocínio. É preciso ter dúvidas. Afinal, só os estúpidos têm uma confiança absoluta em si mesmos. A confiança perdida é difícil de recuperar. Ela não cresce como as unhas. Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande. As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela. Porém, me enoja o fato das pessoas pensarem que o ato de auto suficiência é o que mais precisam e, sendo assim, o que mais praticam. Quem perdeu a confiança não tem mais que perder. Confiança é o resultado do conhecimento sobre alguém. Quanto mais informações sobre quem necessitamos confiar, melhor formamos um conceito positivo da pessoa. A ignorância gera mais frequentemente confiança do que o conhecimento: são os que sabem pouco, e não aqueles que sabem muito, que afirmam de uma forma tão categórica que este ou aquele problema nunca será resolvido pela ciência. "As mulheres fazem habitualmente da confiança a primeira necessidade da amizade", e por que não do amor também? Toda a confiança que tenho a audácia de colocar em uma pessoa, gostaria que a mesma colocasse em mim! Não ouse discordar quando digo que todo o poder é confiança. É a mais pura verdade. E a verdade dói na maioria das vezes. Não posso dizer que confio 100 por cento em mim, porque quem não desconfia de si, não merece a confiança dos outros. Não confio em mim 60 por cento do meu dia, então concluo que eu mereço, no mínimo 60 por cento de confiança total! Mesmo quando duas pessoas possuem fortes vínculos afetivos - marido e mulher, por exemplo -, existem situações em que eles têm de negociar, porque um não confia na decisão do outro e isso não tem, em princípio, nada a ver com honestidade, mas sim com a incapacidade de prever o comportamento do outro. Pode não ser um exemplo válido, mas faça-o valer! Confie em mim... É engraçado como depositamos tanta confiança e tanto sentimento nas pessoas. Em pessoas que achávamos conhecer, mas, que no fim, só mostraram ser iguais a todos. E por esperar demais, sonhar demais, criar expectativas demais, sempre acabamos nos decepcionando e nos machucando cada vez mais. Mas o pior de tudo é saber que quanto maior a confiança, maior a traição. Dói saber disso. "De todas as palavras que eu te falei / Apenas uma delas você guardou / Era amor a palavra, isso eu pensei... / Mas foi "confiança" aquela que você lembrou". Pode confiar! E acredite, fiquei magoada, não por me teres mentido, mas por não poder voltar a acreditar-te. (Friedrich Nietzsche) Acredite!
terça-feira, 22 de junho de 2010
Entre o dinheiro e a família eu escolho o dilema!
Na sociedade do mundo atual apesar de transparecer que nos preocupamos mais com as pessoas que amamos, nos interessamos mesmo é pelo dinheiro. O querer ascender-se socialmente é um objetivo comum entre todos. Mostramos isso nos preocupando mais com o trabalho do que com a família, muitas vezes os deixando de lado para trabalhar.
As pessoas se esqueceram o que é viver colocando a família em primeiro lugar, acima de tudo, acima do sentimento de ganância. É claro que necessitamos do dinheiro para manter essa família, mas, sem julgar ninguém, esquecer que temos a família ali, do lado, precisando de nós, é errado. Temos que sempre lembrar que ainda existem pessoas que estarão ao nosso lado a qualquer momento, principalmente quando a falta do "querido dinheiro" atacar.
Precisamos sim '!' do dinheiro para sobreviver, e todos querem crescer na vida, mas podemos também pensar que a vida em si não é só subir, é também parar onde se está, para podermos aproveitar a "parada", sair da rotina, ficar com quem se importa conosco e com quem nos importamos, aproveitar a vida ao lado de quem amamos.
Concluir que "o dinheiro compra tudo" é relativo. Mesmo que existam pessoas preocupadas só com o que lhes convém, ainda temos aqueles que pensam no próximo antes de si mesmos. Tanto quanto o dinheiro compra tudo para os "hipócritas", por assim dizer, a família é mais importante para aqueles que se contentam com o suficiente!
(Aula de português: Texto comentando as questões sociais do filme "2012")
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Rotina!
O relógio desperta às 6:05, eu coloco no modo soneca e fico deitada de barriga para baixo até 6:10, para acordar, daí, quando o relógio desperta de novo, eu coloco no modo soneca uma segunda vez e fico de barriga para cima, pensando que tenho que ir pra escola de novo. Acendo a luz do abajur, que fica na cômoda da cama, fico sentada na cama pensando na vida, levanto e vou até o interruptor que, por algum acaso do destino fica do outro lado do quarto, e acendo a luz do quarto, vou até o espelho para ver como está o estado do meu cabelo para saber se vou ligar a chapinha ou se vou deixar como está... quando decido entre uma dessas duas opções, coloco a calça da escola, uma blusa qualquer, uma meia, a pantufa e me dirijo até o banheiro para fazer minha higiene diária. Chegando lá, acendo a luz e olho para o espelho reclamando logo em seguida que minhas espinhas estão horríveis, mas mesmo assim e sem exitar eu vou lá e as aperto para deixá-las piores do que já estão. Sento no troninho e faço, normalmente, o número 1. Levanto, lavo as mãos. Amarro meu cabelo com um pente amarelo claro que fica no banheiro por outro acaso do destino e lavo o rosto. Abro o armário e pego minha escova e pasta de dente, sendo que ainda não desamarrei o cabelo me olho no espelho e vejo que, se meu cabelo estava bom, acabei de estragar e vou ter que ligar a chapinha logo em seguida, escovo os dentes, demoradamente para ver se enquanto isso acontece alguma emoção, pois, não sei se você notou, até ali não aconteceu nenhuma. Quando noto que nada de mais irá acontecer termino de escovar os dentes, cuspo toda a espuma que a pasta de dente faz na pia, lavo o rosto de novo, as mãos de novo e me dirijo até meu quarto para passar uma maquiagem e tentar esconder que estou com sono. Porém, quando estou passando pela cozinha para chegar até minha amada cúpula, meu pai me olha e diz para me comportar na escola, pois, sendo o último ano não quer que eu arrume confusão. Entro em meu quarto e ligo a chapinha. Abro o armário onde estão minhas maquiagens e passo uma simples base, seguida de um pouco de corretivo e claro, um gloss para não rachar os lábios. Passo a chapinha uma ou duas vezes na mesma mecha e acho (sim, só acho) que está bom, então decido ir assim mesmo. Chegando na cozinha de novo, olho para o relógio e vejo que ainda são 6:30, sendo que preciso pegar o transporte às 6:45. É, acho que demorar escovando os dentes não adiantou muito. Fico andando de um lado para o outro da cozinha e escuto minha mãe gritando do quarto dela para eu não ficar fazendo barulho, pois tem gente que mora embaixo e eles ainda estão dormindo. Não digo uma palavra sequer. Quando vejo que são 6:31 decido ir para a parada esperar o transporte, pois pelo menos lá eu posso até dançar se quiser (não que eu vá querer...). Quando chego lá, normalmente acontece uma coisa diferente. Ou a Dani está lá, ou ela se atrasou. Ah, hoje ela já estava lá! E, para não variar, com um potinho (o lanche do Maiky). Fico ali. Olhando. Nem pensar muito eu penso. Meu cérebro ainda está lá dormindo naquela cama quentinha. Acho que hoje ele não vai ir comigo para a escola... me ferrei! Dali alguns minutos chega a Daiane rebocada de base e andando torto. E logo depois chega a Daninha, falando do Cleiton, só para variar um pouquinho. O Sérgio (o motorista da outra besta) resolve chegar mais cedo, sendo assim a Dani pede para eu entregar o lanche do Maiky. Fica ali na parada eu... e eu! Olho para meus tênis e penso que tenho que lavá-los hoje a tarde. O Berga (motorista da minha besta) chega. Crianças e mais crianças descem para ir para a outra escola que fica do lado da minha casa, por algum acaso do destino, não é aquela que eu estudo. Eu olho para a menininha gorda que desce de lá e penso: 'tadinha...'. Entro no transporte, dou bom dia para a Daniela, me irrito com o Gustavo porque ele está pedindo para por na Rádio Viva, e com a Vanda também pois ela está com um sorriso de MIL km. Sento no último acento, o mais longe e privado de todo o mundo, coloco minha mochila ao lado. Escuto o Rebolation-tion. Fico ainda mais irritada e não me pergunte porque, leia a frase anterior e vai entender. Vou até metado do caminho sem nem pensar direito. Acho engraçado a Daniela dormindo com o cabelo esvoaçando ao vento, fora da janela. Penso: 'ah, o cabelo dela já é ruim, só vai piorar... que mal tem isso?'. Quando chego no SENAI lembro que tenho que entregar o lanche do Maiky e entrego antes mesmo de ele sair. Ele desce. Paramos no viaduto. Continuo indo até a próxima parada sem pensar em nada. Chegando na casa da menina que mora a uma quadra do colégio e teima em ir pra escola de transporte eu penso: 'porque essa anta vai de transporte?'. Chegando na escola (que fica a uma quadra da menina) tenho que descer do transporte para começar mais um dia chato de aula (...)
Continua...
Assinar:
Postagens (Atom)